quinta-feira, 30 de agosto de 2007

COCA-COLA É DENUNCIADA POR UTILIZAR ADOÇANTE CANCERÍGENO NO MÉXICO

RADIO MUNDO REAL. fm PUBLICA:
A empresa Coca-Cola está usando um edulcorante que poderia ser cancerígeno num dos produtos que comercializa no México; assim o denuncia El Poder del Consumidor, uma associação civil que defende os direitos dos consumidores nesse país.
A utilização deste adoçante, chamado ciclamato de sódio, foi proibida nos Estados Unidos há cerca de quarenta anos pela Food and Drug Administration (Administração de Drogas e Alimentos), a agência governamental estadunidense que entre outras tarefas encarrega-se da regulação de alimentos. Esta agência tomou a decisão de proibir o adoçante ao descobrir que causava câncer nos ratos que o ingeriram.
O ciclamato de sódio –que conjuga o preço baixo no mercado com um sabor doce mais natural que outros adoçantes- é um dos aditivos do novo produto da empresa de refrigerantes, chamado “Coca-Cola Zero”.
Esta bebida, que segundo a empresa tem sido todo um sucesso – à diferença das outras inovações que a Coca-Cola tem tentado introduzir recentemente- é o carro-chefe da companhia neste momento, já que desde que saiu à venda foi bem recebida pelos consumidores, já que trata-se de um produto sem calorias que tem um sabor muito parecido ao da fórmula tradicional.
Coca-Cola Zero é, junto a Coca-Cola Plus e Dasani, parte da nova imagem que a companhia de refrigerantes pretende impulsionar para que seja associada a um modo de vida “equilibrado e saudável”. No entanto, ao escândalo que teve a empresa na Grã Bretanha quando descobriu-se que Dasani era feita com água da torneira soma-se agora o da Coca-Cola Zero no México, já que segundo especialistas, o ciclamato de sódio pode causar tanto câncer como esterilidade nos consumidores.
Alejandro Calvillo, diretor de El Poder del Consumidor, disse que a autorização para que o ciclamato de sódio fosse consumido no México surgiu nos últimos meses do governo do então presidente Vicente Fox, e tinha relação com uma política sistemática conduzida pelo mandatário de favorecer as grandes empresas.
“Sem lugar a dúvidas, a autorização do uso do ciclamato de sódio foi dada a pedido da Coca-Cola para introduzir sua versão Zero no mercado. E a Coca- Cola Zero não é mais que uma estratégia da empresa contra as evidências dos efeitos na saúde que está provocando o alto consumo de refrigerantes no México”, disse Calvillo, e acrescentou: “Desde o fim de 2005, soubemos que a Coca-Cola estava desenvolvendo uma estratégia para enfrentar as críticas do impacto de seus produtos na saúde e esta foi a Coca-Cola Zero, que embora representa uma percentagem menor de suas vendas, permite à empresa limpar sua imagem”.
Fontes consultadas:
www.ecoportal.net
Sec. Geral- Leonardo S.M. Gomes

2ª ETAPA DA SAÍDA DE CAMPO - SERRA DO RIO RASTRO

Aos que desejam acompanhar o processo com as amostras que foram recolhidas durante a última saída de campo, para Serra do Rio do Rastro, o Laboratório de Processamento Mineral na UFRGS estará disponível para visita de alunos nos dias 3 e 11 de setembro, onde será feita uma análise de granulometria nas amostras e possível verificação em microscópio, para que os alunos possam perceber a diferença entre elas, e fazer uma relação posterior entre os locais em que foram coletadas, sua textura e o ambiente geológico a que foram submetidas. Aos alunos interessados em conhecer o Laboratório, atenção: O acompanhamento do processo pode ser feito nos dias 3 e 11 de setembro, das 10h ás 16h. O professor Sydney e o bolsista de iniciação científica Pedro estarão a disposição no Laboratório. O interesse deve ser comunicado até o dia 30 de setembro, quinta feira, para o mail: pp_geo@hotmail.com, a fim de combinar um horário. O LAPROM (Laboratório de Processamento Mineral) localiza-se no Campus da Agronomia, Avenida Bento Gonçalves, n° 9500. Os onibus linha D 043, T10, 343, tem seu terminal neste campus. Para maiores esclarecimentos, envie email para pp_geo@hotmail.com.
Atenciosamente,
Sec.de Cultura- Pedro de Souza

terça-feira, 28 de agosto de 2007

GALETO DA GEOGRAFIA

DATA:02/09/2007 LOCAL: cepe/Petrobrás CUSTO: R$10,00
PARTICIPEM !
obs. O dinheiro pode ser entregue a qualquer membro do CAGEA

domingo, 26 de agosto de 2007

OCUPAÇÃO NA REITORIA DA UFSC:

Recentemente, a grande maioria das universidades públicas brasileiras, receberam muitas reivindicações e questionamentos críticos pelos estudantes brasileiros. A força estudantil tinha se iniciado em São Paulo ( USP, UNICAMP...), com a ocupação dos estudantes nas reitorias, a força ganho combustível e se propagou em muitas universidades públicas (federais e estaduais), inclusive na UFRGS e UFSC (universidades federais no Sul do Brasil). O fato é que muitos estudantes conquistaram seus direitos reivindicados através de suas ocupações e manifestações, assim, retomando uma relação (universidade-aluno) em clima de equilibrio.
Mas, dia 22 de agosto a UFSC têm novamente sua reitoria ocupada pelos estudantes, o que significa a falta de competência e responsabilidade com os direitos estudantis estabelecidos na manifestação da primeira ocupação da reitoria. Agora os estudantes da UFSC (Geografia e Serviço Social) estão solicitando monções de apoio aos CA's ou DA's de todo Brasil.

Sec. Geral- Leonardo S.M. Gomes

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

E AS ABELHAS?

O desaparecimento das abelhas, é problema nacional! Antes, o desaparecimento era apenas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, mas recentemente o Diário Catarinense publicou a informação de que as abelhas estão sumindo do território brasileiro. Já se sabe uma queda de 25% na produção de mel no sul do Brasil. Bom, as informações sobre este fenômeno das abelhas são poucas, caso alguém tenha mais informações do desaparecimento, informe o CAGEA.
sec. geral.- Leonardo S. M. Gomes

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

DISCUTINDO GEOGRAFIA

43º Café Geográfico
Em pauta: "O Geoprocessamento para a graduação em Geografia"
com Prof.ª Dr.ª Eliana Lima da Fonseca
EM OUTRO NOVO LOCAL:
Café da Oca - Rua João Teles, 512 - Bom Fim
data/horário: 18 de AGOSTO às 16h
ENTRADA FRANCA
Café Geográfico
DESCONTRAINDO AS INQUIETAÇÕES GEOGRÁFICAS
sec. geral- Leonardo S.M. Gomes

terça-feira, 14 de agosto de 2007

CONTROVÉRSIAS SOBRE O AQUECIMENTO GLOBAL

Na capa da revista Fórum, edição do mês de julho do corrente ano, está Aziz Nacib Ab'Saber, considerado o maior geógrafo do Brasil. A revista, além de outras reportagens interessantes, traz uma entrevista com o professor e diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP, Aziz Ab´Saber, de 83 anos e com uma vitalidade invejável. A entrevista aborda principalmente o aquecimento global e o relatório divulgado recentemente pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas(IPCC). O professor Aziz, um dos maiores estudiosos de sua área, critica veementemente o relatório do IPCC, o qual, entre outras conclusões, afirma que a Amazônia sofreria um processo de savanização e que o mar avançaria até 1cm por ano - o que, na visão de Aziz, soa como"estupidez". O professor Aziz se refere da seguinte maneira aos cientistas do IPCC: "Não sabem nada, são pessoas da Física, engenheiros e outros. Não dá pra confiar neles. " Com esta áspera frase, o professor Aziz inicia suas críticas ao relatório do IPCC. O professor Aziz confronta as conclusões do IPCC baseado em seus estudos sobre a dinâmica climática, principalmente no que tange às correntes marítimas. Aziz afirma que, com o aumento da temperatura, há mais evaporação nos oceanos, aumentando a "potência" das correntes marítimas, levando mais umidade para a Amazônia e, por conseqüência disto, mais chuvas à região amazônica, provocando, em vez de uma savanização - evento preconizado por diversos cientistas -, um aumento na área florestal da Amazônia. O professor Aziz também critica o alarde que as conclusões do IPCC provocaram: "Alarmaram a população", "O perigo que criaram para as pessoas é muito grande", sentencia Aziz. Ele baseia-se no fato de que"as correntes quentes que estiveram a Leste do Brasil há 11 mil anos favoreceram o ambiente da tropicalidade". É preciso dizer que Aziz concorda que está havendo aquecimento global. Ele discorda, na verdade, é da maneira como que o assunto está sendo abordado, pois na sua visão não estão sendo levados em conta dois fatores importantes: a periodicidade climática (eventos como El niño e La niña) e a temporização (época eduração dos eventos). Enfim, levando em conta todos estes fatos, este futuro geógrafo aqui deixa uma pergunta em questão: Não há um terrorismo climático no ar?
LEONARDO LEMES
colunista

AULA INAGURAL DA GEOGRAFIA

Hoje, todos os alunos da Geografia, estão convidados a participar da aula inagural do nosso curso, que aconterá no Salão Bordo ás 19h. Na aula, vai ser apresentado os professores aos novos alunos deste semestre, e também um debate sobre "Aquecimento Global".


PARTICIPE!

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

AGORA, TAMBÉM NAS BANCAS

Pronta edição em papel do Le Monde Diplomatique Brasil. Jornal publicará livros e terá, na internet, caderno especial para debater temas brasileiros. Por trás das novidades, uma articulação editorial inédita entre entidades da sociedade civil.

Tudo o que é novo deveria estimular o jornalismo, mas há uma satisfação especial em difundir certas notícias. Quase oito anos após surgir no Brasil, e quinze meses depois de seu relançamento, Le Monde Diplomatique prepara, para as próximas semanas, três iniciativas que multiplicarão o seu alcance. Em 6 de agosto, chega às bancas uma edição em papel, com tiragem de 40 mil exemplares. Pouco depois, sairá o primeiro número de uma série de livros temáticos de bolso. Em setembro, começa a ser construído, na internet, o Caderno Brasil, um conjunto de canais participativos para debater em profundidade o país, a globalização e as alternativas. As novidades vêm num momento em que a mídia convencional vive uma crise de credibilidade junto a parte importante de seu público. E são possíveis porque duas organizações da sociedade civil (o Instituto Paulo Freire e o Instituto Pólis) construíram uma articulação inédita, visando atuar no terreno das comunicações – de forma autônoma, mas em colaboração.