terça-feira, 25 de setembro de 2007

ENQUETE ENCERRADA !

A pedido do professor Paulo Fitz, a enquete do tema a ser debatido no Fórum Geográfico Unilasalle foi encerrada. Conforme a votação dos alunos interessados, se obteve como resultado da enquete:


Geografia e o poder da mídia
com 15 votos
Portanto, esta será o tema do Fórum Geográfio Unilasalle, mais informações e dúvidas sobre o Fórum, o tema, participantes... utilize o COMENTÁRIO.
Sec. Geral - Leonardo S.M. Gomes

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

AINDA EM CARTAZ:

em cartaz no cine Unibanco Arteplex

No filme, Tendler utiliza uma longa entrevista de Milton Santos para expor uma análise do mundo contemporâneo sob a perspectiva da globalização. Na visão de Milton Santos, a globalização deve ser entendida pelo ângulo de quem vive nos países periféricos, onde o abismo social entre pobres e ricos é cada vez maior, com o trabalho duro de muitos sustentando o consumo de privilegiados.

Através de uma análise que parte das colonizações e chega aos dias atuais, com sua onda de convulsões sociais em países sul-americanos, Milton Santos apontacaminhos para que a globalização deixe de ser esta conduzida apenas por interesses econômicos, tornando-se uma globalização das cidadanias de fato.

O filme tem a narração das atrizes Beth Goulart e Fernanda Montenegro, dosatores Matheus Nachtergaele, Milton Gonçalves e Osmar Prado, e participaçãoespecial da cantora Zélia Duncan, interpretando a música "Terra" de Caetano Veloso.

Sec.Geral - Leonardo S. M. Gomes

terça-feira, 18 de setembro de 2007

ATENÇÃO:

FOI COLOCADO NA LATERAL DO BLOG OUTRA ENQUETE, a qual vai verificar a preferência do tema a ser debatido no "Fórum Geográfico Unilasalle", dia 03/10, na sala 126-1 durante as Atividades Integradas de Extensão. Os alunos deverão votar em um dos temas:


- A inserção de tecnologias no ensino básico da Geografia;

- Zoneamento da silvicultura para o Estado do RS;

- Geografia e o poder da mídia;

- As bacias hidrográficas do Sinos e Gravataí.

É muito importante que os alunos votem !


anteciosamente,
coord. do currso de Geografia - Paulo Fitz

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Muito Prazer, meu nome é esquerda manca do Brasil.

Diante dos fatos ocorridos nesta última semana, estou convicto de que a esquerda do Brasil, de tantas lutas ao longo dos anos, está sem rumo, sem norte. Ou melhor, a esquerda está cada vez “endireitando-se” mais, e deixando suas ideologias para trás.
Não vou me ater a falar das barbaridades e falcatruagens cometidas no senado e no congresso pelos partidos de direita, que conhecemos de longas datas. O comentário tem um sentido direto e franco, contra aqueles que deveriam se erguer contra toda a lama que está depositada em cima da nossa política. Os partidários e militantes ditos de esquerda se inflam quando o assunto é a imprensa. São textos, e-mails, discussões, tudo em nome dos pecados cometidos por ela, numa espécie de teoria da conspiração contra o PT ou em defesa dos partidos de direita. Pois bem amigos, chegamos ao ponto de ver a imprensa vomitar tudo sobre os papéis, denúncia atrás de denúncia, contra o presidente do Senado, Renan Calheiros. Mas, onde está a esquerda? Porque não se infla para denunciar os escândalos, como em épocas passadas, de oposição forte e ferrenha que nós conhecemos.
Nosso presidente está na Dinamarca, onde disse que o senado tem que se preocupar em votar as reformas, a CPMF, e não pode ficar se atendo a problemas como o ocorrido. Ideli Salvatti, senadora petista, foi aliada de Renan, buscando votos para sua absolvição junto à outros senadores. Aloísio Mercadante, outro petista, afirmou que se absteve do voto. Temos que deixar claro que a bancada gaúcha no senado, incluindo o petista Paulo Paim, antes mesmo da votação, já abriam seu voto condenando Renan Calheiros, o que ao menos demonstra que a esquerda no Rio Grande do Sul ainda tem laços mais fortes com sua ideologia e sua ética histórica.
A verdade é que agora tudo parece mais difícil para a esquerda. Renan tem o jogo de cintura necessário para fazer as propostas do governo passarem pelo senado, junto com o seu partido. Mas a pergunta que fica é quando e porque o PT trocou a sua ética verdadeira e histórica pelos jogos políticos utilizados por partidos que foram massacrados pelos esquerdistas durante muito tempo (e muitas vezes com razão). Não quero chegar nas próximas eleições e votar no menos ladrão, no menos corrupto. Quero que o estado tenha força, mas não quero que esta força seja conquistada a base de tramóias com a parte suja da política brasileira.
Fontes: site do senado brasileiro
Jornal da TVE, 12.09.07,canal 7
Programa Guerrilheiros da Justiça, 13.09.07,canal 4
sec. de cultura- Pedro Paulo Souza

terça-feira, 11 de setembro de 2007

MENSALÃO NO PSDB?

Não. Isto é impossível. Mensalão é coisa do PT. Será? Este, com certeza é o pensamento da maioria das pessoas que dependem dos noticiários da grande mídia brasileira, ou seja, a maior parte da população brasileira para estarem "informadas". E quanto à notícia do título, sim ela é verídica. Segundo o site Novojornal.com, o mensalão do PSDB é "devastador" e pode atingir até 70 personalidades política se empresários. Pois bem, esta notícia não me surpreende nem um pouco, pois pessoas desonestas infestam todos os níveis da sociedade, e por conseqüência, todos os partidos políticos. O que me surpreende é o fato de que a suspeita de corrupção no partido A seja motivo de estardalhaço, com direito a execração em praça pública de supostos envolvidos, e no partido B nada se quer é divulgado. A razão dessa diferença de tratamento eu gostaria de saber. O governo concede e renova concessões públicas para os canais de TV e rádio. Dentre os diversos deveres destes canais está o de ser o difusor de informações, com uma devida parcela de imparcialidade. Segundo o jornalista João Freire – revista Fórum, julho de 2007 - " a maioria da população desconhece que rádios e TV's funcionam sob concessões públicas e, por isso, têm obrigações a cumprir. Como não sabe destas obrigações, a sociedade não exige que os veículos respeitem o direito humano à comunicação". João Freire indaga: "Se as emissoras de rádio e TV não cumprem a Constituição, por que continuam com as concessões? "Diariamente, a mídia impede a pluralidade a prática a censura. As grandes redes decidem quais assuntos serão vinculados e tentam impor sua opinião, travestida de informação à população. Há na sociedade brasileira uma outra divisão de classes: os "sem-mídia", maioria esmagadora da população que vive sem acesso à informação e sem voz, escravos do "coronelismo midiático" e os "com mídia", cerca de 10% da população que além da TV, podem ler jornais, livros e acessar a internet. Enfim, obter informações de fontes distintas para que as pessoas tenham uma compreensão mais clara dos acontecimentos. Alguém pode dizer que não se pode cobrar imparcialidade pois esta não existe. Pois bem. Mas é tão difícil pedir que a grande mídia brasileira apenas divulgue os fatos e notícias de maneira mais igual? Até porque, tenho certeza que a grande maioria das pessoas que lerem este artigo não sabem que o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin está inelegível no estado de SP durante os próximos 8 anos pois suas contas não foram aprovadas, inclusive com suspeitas de irregularidade. Não deveríamos saber disto também?
colunista
Leonardo Lemes

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

EVENTO ORGANIZADO PELA AGBPA E PUCRS


XIV Jornada Pedagógica
NOSSAS PRÁTICAS

NOSSOS DESAFIOS
Porto Alegre - Setembro - 2007
Programação
14h – 14h45min – Abertura Representantes da AGBPA e da PUCRS.
15h – 18h30min – Apresentação de trabalhos e relatos de práticas.
18h30min – 19h – Cofee break
19h – 19h30min – Lançamento de livros e exposição de material pedagógico.
19h30min – 21h – Palestras:
“Violências: as múltiplas faces da Educação”
Profª Catarina Alici Deggeroni
Especialista em Geografia Ambiental e Mestre em Geografia (UFRGS)
“A representação espacial através da construção do imagético”
Profª Roselane Zordan Costella
Mestre e Doutoranda em Geografia (UFRGS)
21h – 22h – Questionamentos, comentários e debate.

Local: PUCRS
Av. Ipiranga, 6681 – Auditório do prédio 5.
Investimento: R$ 5,00 (sócio) / R$ 10,00 (não-sócio)
Estaremos recebendo inscrições para a apresentação de relatos de experiência no período de 28/08/07 até 10/09/07.
Formatação:
Resumo expandido – 1 página.
Fonte: Time News Roman – tamanho 12
Espaçamento: 1,5
Enviar cópia para o e-mail da AGB:
agbpa@portoweb.com.br ou por correspondência para Av. Alberto Bins, 480 sala 301. Porto Alegre/RS.
Sec. Geral- Leonardo S.M. Gomes

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

SEMINÁRIO ESTADUAL MEMÓRIAS CAMPONESAS

Rio Grande do Sul recebe o seminário Memória Camponesa
No próximo dia 10, o Seminário Memórias Camponesas chega ao Rio Grande do Sul. O evento vai acontecer de 9h30 às 19h, na Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre (RS).

Apoiado pelo Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (NEAD) do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o seminário pretende reunir pesquisadores de instituições acadêmicas, sindicalistas, lideranças, assessores e integrantes de entidades comprometidas com a visibilidade da temática rural.

Segundo Graziele Dainese, uma das organizadoras do evento, o objetivo do seminário é registrar fatos ocorridos, recuperando a memória dos acontecimentos. "Buscamos localizar as lideranças de lutas no campo ou relacionadas ao meio rural pré-64, para, por meio da coleta de depoimentos, construir um banco de dados. É um trabalho de busca de pessoas, documentos, fotografias, vídeos, carrtazes e outros materiais para constituir o banco", conta.

O Seminário Memória Camponesa no RS é promovido pelo NEAD/MDA, pelo Núcleo de Antropologia de Política do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Nuap/UFRJ) e pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFRGS. O evento também tem apoio do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFRGS, do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural (PGDR) e outras entidades.

Projeto Memória Camponesa:
O Projeto Memória Camponesa partiu de uma parceria entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Núcleo de Antropologia de Política do Museu Nacional da UFRJ (Nuap/UFRJ), Centro de Memória do Trabalhador Rural do Rio de Janeiro, Faculdade de Administração e Finanças, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (PPCIS/UERJ) e Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (CPDA/UFRRJ).

Programação:
09h30 – Abertura
10h às 12h – Mesa I: Luta pela Terra13h – Cinema/ curtas: Memórias
14h às 16h – Mesa II: Igreja
16h30 às 18h30 – Mesa III: Sindicalismo

Serviço:Seminário Estadual Memórias Camponesas
Data: 10 de setembro de 2007.
Local: Plenarinho da Reitoria da UFRGS.
Avenida Paulo Gama, 110 – Térreo, Porto Alegre (RS)
Horário: 9h30 às 19h.
Informações pelo do telefone (51) 3308 6898 ou e-mail ivaldo@ufrgs.br.
Seg.Sec. - Leonardo S.M. Gomes

A geografia das Siglas ou as Siglas da Geografia?

Nossas vidas, sejam elas urbanas ou rurais, modernas ou pós-modernas, mostram-se recheadas de siglas, abreviações, simplificações enfim, cujos objetivos seriam, talvez, facilitar nosso entendimento e convivência com esses “novos” organismos, órgãos, impostos, medidas provisórias, instituições, movimentos etc. Contudo nos deparamos aí com uma grande e intransponível, pelo menos por enquanto, contradição - as siglas nos superlotam o “disco rígido” e nos fazem acreditar nelas e não mais nos seus significados, naquilo que realmente representam, apesar de, nem sempre, efetivamente. Não vamos aqui discorrer sobre os motivos e fins de nossa fé moderna nas siglas, mas aproximar essa realidade com nosso microcaosmos geográfico.
A institucionalização da ciência geográfica deu-se e dá-se paralelamente a multiplicação de siglas referentes a esse processo. Fugindo de um histórico das sucessões das instituições e suas respectivas siglas, o que seria muito particular e subjetivo, segue uma breve tentativa de glossário sobre as atuais e mais importantes instituições, eventos e movimentos geográficos brasileiros, não menos subjetivo, mas mais direto e com o intuito de provocar alguma reação, alguma intervenção, alguma coisa.

AGB – Associação dos Geógrafos Brasileiros:
É a nossa associação, nela, estudantes de graduação, de pós-graduação, professores de todos os níveis, profissionais de todos os campos em que o geógrafo possa ter intervenção são SÓCIOS com os mesmos direitos e compromissos. Não existe nenhuma fronteira burocrática que diferencie os associados da AGB, apenas éticos, morais, estéticos e históricos; parte por forças de uma auto-proclamada elite AGB e anda ciumenta e rançosa, parte pelo histórico de lutas e contribuições de uma outra elite AGB anda muito mais legítima e parte pela insipiente intervenção e militância estudantil em sua construção. A Associação dos Geógrafos Brasileiros - Seção Porto Alegre foi fundada em 1973 e desde então tem reunido e representado os geógrafos, sejam estudantes, bacharéis ou professores de todos os níveis de ensino. Apesar de trazer “Porto Alegre” no nome, agrega sócios de todo o Rio Grande do Sul, em todas as áreas de ação da Geografia, A AGB-PA nos representa nacionalmente e leva nossas bandeiras a todos os segmentos da sociedade.
Nossa associação promove debates, cursos, congressos e outros eventos em que a Geografia, inserida na realidade brasileira e mundial, é discutida. Assim, a AGB constitui um espaço de diálogo além dos muros universitários e institucionais.

A AGB se articula nacionalmente sob responsabilidade da DEN (Diretoria Executiva Nacional) e em sessões locais, que podem ser formadas de acordo com as possibilidades dos geógrafos dali, ou de sua necessidade. Em Porto Alegre temos uma sessão local cuja sede encontra-se na Av. Alberto Bins, 480 sala 301 (prédio do Cpers) – Fone: 30198190.

RGCs – Reuniões de Gestão Coletiva:
São as reuniões da AGB, onde sua gestão é pensada, planejada e as atividades e ações são coletivamente distribuídas pelos participantes. A participação é aberta a todos os associados, com direito de voz e voto; estes devem ser previamente informados da data e local pela diretoria da sessão local onde são filiados.

ENG – Encontro Nacional de Geógrafos:
Evento maior da AGB, é onde os trabalhos de cada DEN se finalizam e onde geógrafos de todo o Brasil e de outros países se reúnem em torno de questões gerais, coletivas e específicas a cada grupo de interesse, pela construção da ciência geográfica e pela construção de uma AGB mais forte e atuante entre seus associados e na sociedade de forma geral. Acontece de dois em dois anos.

Existem também encontros nacionais das áreas, como o ENGA (Encontro Nacional de Geografia Agrária), com proporções menores por suas naturezas.

Fala Professor – Encontro Nacional de ensino de Geografia:
Outro grande evento da AGB; tão grande ou maior que o ENG, o Fala Professor reúne principalmente professores do ensino fundamental e médio em torno das questões da educação e do ensino de Geografia. Ocorre de quatro em quatro anos. Os Departamentos de Geografia das universidades estão cada vez mais omissos no envolvimento da construção desse importantíssimo evento nacional. Os estudantes também não podem se acomodar em somente ajudar a carregar as caixas e listas de presença, pois é muito enriquecedor participar da construção destes eventos, sobretudo atuando de forma conjunta nas AGB-locais como sócios.

EEG – O Encontro Estadual de Geografia:
É um evento que ocorre anualmente em diferentes cidades do Estado e começou em 1980, em Caxias do Sul. É aberto à toda comunidade Geográfica, ou seja, estudantes, bacharéis em Geografia, professores de Geografia, amantes da Geografia. O EEG é estruturado em mesas redondas, espaços de diálogo, oficinas, saídas de campo e a assembléia, onde se delibera entre outras coisas, a sede do próximo evento. O EEG além de ser um espaço de aprendizado é também um espaço de socialização e troca de experiências.

AGP – Associação de Geógrafos Profissionais:
Existe em alguns estados apenas e busca congregar geógrafos profissionais, busca ser uma entidade profissional (ou seja, sem a presença de estudantes!) e se aproximar mais dos CREAS (Conselhos Regionais de Engenharia e Arquitetura, mas que regulamentam a profissão de Geógrafo também). No ano de 2004 surgiu uma associação genérica, que é a APROGEO (Associação Profissional de Geógrafos).

CONEEG – Confederação Nacional de Entidades Estudantis de Geografia:
É onde os estudantes de Geografia se organizam nacionalmente. Seus estatutos dizem que uma Confederação é a instancia que congrega entidades estudantis de diferentes naturezas. A CONEEG confedera as entidades regionais, estaduais e locais de estudantes de geografia assim como os D.As e C.As (Diretórios e Centros Acadêmicos de Geografia) ou outras formas de grupos. A confederação funciona por filiação. Cada entidade deve se filiar através de uma anuidade paga ou individualmente (no caso de Instituições de Ensino onde os estudantes não tenham nenhuma entidade coletiva ou representativa). Atualmente a CONEEG se articula nacionalmente em núcleos locais que podem ser constituídos de acordo com as necessidades locais; essa política se deu para que a comunicação se amplie e as manifestações e atos se ampliem também, respeitando as realidades e envolvendo os núcleos nacionalmente.

CONEGEO – Conselho Nacional de Estudantes de Geografia:
É o momento de estreitamento dos laços entre as entidades confederadas e, principalmente dos estudantes de Geografia do Brasil. O CONEGEO é a reunião dos conselheiros que definem e organizam os rumos e atividades da nossa Entidade Nacional, constitui-se, portanto, como o único e amplo fórum de decisões da CONEEG, submetendo-se apenas a Plenária Final do ENEG (maior e superior fórum dos estudantes de Geografia do Brasil).

ENEG – Encontro Nacional dos Estudantes de Geografia:
Assim como o ENG, o ENEG é o momento de finalização e materialização dos trabalhos da nossa confederação nacional de estudantes. O ENEG deve ser construído por todas as entidades estudantis de Geografia que se confederam na CONEEG caracterizando-o, efetivamente, como nosso fórum amplo e geral. O ENEG, assim como os demais encontros estudantis não devem ser encarados como uma mera possibilidade de conhecermos os lugares que os cediam, isso seriam (e vem sendo) uma simplificação e uma extrema banalização de nosso encontro, de nossa ciência e de nossa formação científica, intelectual e política. Não nos menosprezemos, não nos subentendamos, não nos vulgarizemos!

COREGEO – Conselho Regional de Estudantes de Geografia:
Esse conselho funciona da mesma maneira que o CONEGEO, resguardando suas respectivas escalas de abrangência. É fundamental a participação de um grande número de conselheiros de diferentes escolas de Geografia para fortalecer as entidades regionais, mas esta relação deve ser subsidiada pela nossa organização interna.

EREGEO – Encontro Regional dos Estudantes de Geografia:
É nosso fórum regional de troca, acumulação e manifestação; assim como o ENEG, representa a finalização dos trabalhos de cada executiva em seus conselhos e outras atividades.
PS: Este texto é uma adaptação do originalmente finado Jornal da Geografia - SP (o Carpinteiro do Universo).
Seg.Sec.- Leonardo S.M.Gomes